Aula de evangelizacao espirita

Publicado by Clarice

Disse ele à aula — hoje faço igualmente o meu pacote com mil e duzentos cruzeiros, em livros da nossa Causa, para oferecer a um amigo O gerente, contudo, apenas sorriu e falou, entre satisfeito e hesitante: Aulas EAula L, aula de evangelizacao espirita. Atividades e DinâmicasHistorias. Prece Inicial Primeiro momento Trabalhar os seguintes conceitos: No jeito de ser? Ver anexo 1 Exercício 1: Apresentar a turma alguns objetos que se parecem iguais mas que possuem continue reading diferentes.

De 2 à 6 anos Bonequinhos de palitos de picolé: A roupa pode ser feita palito de picolé a carinha pegar uma cartolina para desenhar carinhas ou desenhinhos. Evangelizacao desenho é feito em uma folha e colado em uma cartolina evangelizacao de tamanho um pouco maior, para espirita as em distancia regras salto. Na aparência, nas qualidades e nos defeitos??? Aulas de minha autoria, de sites ou emails recebidos.

Havendo alguma aula que saibam qual sua origem, por favor, me evangelizacao, afim de que dê os devidos creditos! Lu Espirita Visualizar meu perfil completo. Desenhos para colorir Desenhos para colorir Atividades e Dinâmicas Atividades e Dinâmicas Downloads musicas espirita filmes dow Postado por Lu Beheraborde.

Enviar por e-mail BlogThis! A formiga e a joaninha Evangelizacao por Lu Espirita. Trabalhar os seguintes aula Fazer aula seguintes perguntas às crianças: Bonequinhos de palitos de picolé: Ocorreu um erro neste gadget. Evangelizar é saber amar. Planeta terra para colorir. Lembranças e atividades Dia dos Pais. Curioso, o homem o acompanhou e, logo depois da curva, com surpresa, viu o estrago que a chuva fizera: Ele pegou Miquinho no colo, abraçando-o: Voltando para o sítio, o dono foi fazer uma vistoria nas plantações, para verificar os estragos.

Nisso, encontrou um rapaz que saia de um pequeno abrigo que fizera para guardar ferramentas. Muito envergonhado, o rapazinho explicou: Ontem fui surpreendido pela chuva e o vento, sendo obrigado a me abrigar aqui.

Acabei adormecendo e só acordei agora. Lembrou-se de Jesus quando afirmou que devemos fazer aos outros tudo o que gostaríamos que os outros nos fizessem. O homem procurou saber onde ele morava e, depois, deixou-o ir embora levando o cacho de bananas.

Em seguida, virando-se para o macaco, disse: Fui injusto e me arrependo. Você me perdoa, amigo? Miquinho, guinchando feliz, pulou no colo dele, desmanchando-lhe os cabelos. O rapaz sorriu, agradecendo a Deus pelo socorro que lhes tinha mandado.

E o homem, agora com a consciência tranquila, retornou para o sítio com seu amigo Miquinho, certo de que Jesus estava contente com ele. Mas agora, depois de servir durante muitos anos com lealdade e firmeza, ele fora considerado lixo e atirado ao monturo. A chuva o castigava e o vento o enchia de terra. Veio o inverno e ele tiritava de frio sem poder se proteger. Um dia, trazida pelo vento que soprava forte, uma sementinha caiu sobre seu dorso e, tremendo de frio, suplicou-lhe: O vento me arrasta e o frio me castiga.

Entre no meu bojo e fique à vontade. E a sementinha ali ficou, protegida do vento e do frio, quietinha Olhou dos lados para ver sobre quem falavam, mas admirado notou que era a ele que se dirigiam! A sementinha que ele permitira se alojasse em seu interior germinara e, no meio de verdes e brilhantes folhas, lindas flores desabrocharam enchendo-o de perfume e cor. Também assim acontece conosco na vida, meus amiguinhos.

E quando tivermos real desejo de servir e ajudar o nosso próximo, seremos mais felizes porque também seremos auxiliados. Mas Jujuba, vivendo sempre sozinho, sentia falta de amigos, desejava ter com quem brincar. Certo dia Jujuba resolveu sair de casa para encontrar um amigo. Encantado com tudo o que via, embrenhou-se na mata, afastando-se da toca.

Quer ser meu amigo? O coelho ao ver quem lhe dirigia a palavra arregalou os olhos, assustado, e gritou, sumindo no meio do mato: Andando mais um pouco encontrou um veadinho que pastava tranquilamente.

Com as pernas bambas de medo, o animal fez meia-volta e desapareceu no meio da floresta, gritando: Continuou andando e procurando. Ao vê-lo, espirita, o macaco assustou-se e foi embora, pulando de galho em galho. Ouvindo o choro, alguns animais que estavam escondidos se aproximaram. E Jujuba, mais animado, explicou: Alguém que quisesse brincar comigo. Mas ninguém gosta de mim E recomeçou a chorar: O coelho, evangelizacao tremendo de susto, indagou mais corajoso: Quero que sejamos amigos espirita que brinquem comigo.

Nós o evangelizacao mal sem conhecê-lo e sem saber quem era você. Queremos ser seus amigos, Jujuba. Mas os bichos o tranquilizaram, aula, afirmando-lhe: Nós o levaremos para casa. Feliz, Espirita retornou ao lar evangelizacao um enorme acompanhamento de bichos aula, desse dia em diante, aula, tornaram-se grandes amigos e sempre brincavam juntos. Pedrinho brincava com seus espirita no jardim jogando bolinhas de gude. Eram garotos levados, mas Pedrinho gostava deles. Cansado da brincadeira, um deles disse, fazendo careta: Nada temos para fazer.

Chutando umas pedras, Pedrinho concordou: Dedé, balançando a cabeça, respondeu: Temos que inventar coisas diferentes. Afinal, tinham encontrado algo diferente para fazer. Como fosse tarde, resolveram deixar a brincadeira para o dia seguinte. À noite, Pedrinho colocou o pijama e deitou-se. O garoto orou a Jesus pedindo-lhe que o transformasse num menino bonzinho e o espirita das tentações do mal. Que o seu anjo da guarda o proteja e lhe inspire bons pensamentos. Passou mal à noite, teve febre, calafrios, evangelizacao.

Mais aula, um vizinho veio vê-lo espirita perguntou: Levaram um susto terrível! Poderiam até ter morrido! Pedrinho, assustado, ouvia a conversa. Agradeça a Jesus e ao seu source da guarda que o protegeram.

Lembra-se da prece que fez ontem ao deitar? Procure sempre ser bom para merecer o amparo dos Amigos Espirituais. Espirita ser um menino diferente de espirita em diante, eu prometo. E completou com um suspiro aliviado: O senhor, dono das terras, era mau e prepotente. Encontrado pelo feitor e aprisionado, foi acorrentado ao tronco. Ao perguntar pela menina, que era a luz dos seus olhos, sentindo sua falta, lhe disseram que ela fora procurar o pequeno escravo.

Seja assim como deseja. Alguns anos depois, com o crescimento da idéia evangelizacao no Brasil, esse fazendeiro aula dos primeiros a libertar seus escravos, transformando-os em trabalhadores assalariados. Vitória era uma menina boa, article source e criativa. Você pode se queimar. E a garota, respondia: E assim acontecia sempre. Ora era uma faca, que a menina pegava para fazer comidinha, ora era o ferro elétrico que espirita ligava para passar roupa; de evangelizacao vezes, subia numa grande mangueira que havia no quintal para apanhar mangas e assim por diante.

E Vitória reclamava, batendo o pé, indignada: Sei espirita que estou fazendo. Minha tarefa é cuidar, educar e proteger você, de modo que nada de mal lhe aconteça. Quando você crescer e tiver filhos vai entender melhor. No entanto, tudo continuava como antes. Tinha o pelo curto, branco com manchas marrons. Conversavam paradas em frente a uma padaria. Vem sempre aqui porque costumo lhe dar um prato de leite. Que você se responsabilize por cuidar dele: A garota concordou, feliz.

Pegando o filhote no colo, acariciou-o e disse: Desse dia em diante, Vitória só pensava no animalzinho. Cuidava dele com muito amor. Mas ela reconhecia que Bilu dava trabalho e estava sempre cuidando dele, vigiando: Quando acabava o dia, ela estava cansada, mas feliz, por tê-lo a seu lado. A senhora me disse que eu só entenderia o trabalho que dou quando crescesse e tivesse um filho.

É como se ele fosse meu filho! Vitória sorriu também e trocaram um grande e carinhoso abraço, enquanto a menina exclamava: Sua filhinha estava crescendo e tornando-se melhor. Rafael era um menino muito arteiro. Desde pequeno dava muito trabalho aos pais, que viviam tendo de protegê-lo a todo instante. Isso sem contar as quedas, os arranhões, os galos e os sustos.

Sempre tinha alguém gritando: Olhe o sinal fechado! Alguém chamou a ambulância, que levou o menino para o hospital. Batera a cabeça no asfalto e esta inconsciente. Enquanto isso, Rafael percebeu que estava num lugar diferente.

Olhou em torno e achou tudo bonito. Nesse momento aproximou-se um rapaz todo reluzente. Sério, olhou para Rafael e disse: O menino respondeu, apavorado: Sereno, o rapaz considerou: Cuide bem do seu corpo, proteja-o de perigos.

Ele é um grande amigo que você tem e também seu maior tesouro nesta vida. Nesse momento, Rafael acordou no hospital. Felizes por vê-lo acordado, eles choravam. E contou aos pais a conversa que tivera com o moço luminoso, e eles entenderam o que tinha acontecido com Rafael enquanto estava desacordado.

Era a resposta do Senhor às suas preces. A partir desse dia, Rafael transformou-se num outro menino. Continuava a ser criança, brincava, jogava bola e se divertia como qualquer outro garoto da sua idade, porém agora tinha mais cuidado e respeito pelo seu corpo e pela sua vida.

Carlinhos, menino bom e prestativo, gostava de ajudar as pessoas. Isso acontecia em qualquer lugar em que estivesse: Em casa, quando seus pais começavam a discutir por problemas domésticos, Carlinhos colocava-se no meio deles, querendo resolver a parada. Na escola, muitas vezes seus colegas se desentendiam jogando futebol ou por qualquer outro motivo, e partiam para a briga aos empurrões, socos e pontapés.

Qualquer dia você pode se machucar seriamente tentando apartar uma briga. Andou brigando de novo? Tentava separar dois amigos meus que se desentenderam jogando bola. O pai, que chegara naquele momento, olhou para o filho, sério, respirou fundo e ia ralhar com ele, mas resolveu manter-se calado. Todos sabiam o que tinha acontecido. Carlinhos, meu filho, almoce e depois farei uma compressa em seu olho para evitar que fique roxo. Quero evitar que meus amigos briguem! Para fazer isso, porém, é preciso manter certa distância da briga e, especialmente, agir com tranquilidade, delicadeza, equilíbrio e muito amor.

O que é equilíbrio? Levou o garoto até o jardim e perguntou: O menino pensou um pouco e depois respondeu, olhando para o alto: Estudei na escola que o Sol é uma estrela muitas vezes maior que o nosso planeta Terra.

O garoto pensou um pouco e disse: Você tem apenas oito anos, mas é bem maior que os garotos da sua idade. Se forem maiores, você acaba machucado. Depois, se puder ajudar, faça-o, mas sem entrar na briga. Ouvindo-lhe a voz tranquila, os amigos paravam de discutir, acalmavam-se os ânimos, e logo estavam brincando de novo, felizes por estarem juntos e em paz.

Como toda criança, Antônio tinha seus sonhos. Desejava muito ter um cavalinho de pau para brincar de viajar, de mocinho e bandido, de fazendeiro. Certo dia, brincando com a bola nova na rua, Toninho viu um garotinho que olhava fixamente para a bola colorida.

Os olhos do pequeno estavam brilhantes quando ele disse: Sempre sonhei ter uma igual a essa. O menino estava surpreso. Toninho sorriu também, contente. Quando o pai chegou do trabalho de tardezinha, ele contou o que fizera. Dois dias depois, voltando para casa após as aulas, Toninho entrou no seu quarto para guardar o material e trocar de roupa, quando teve uma grande surpresa.

Bem no meio do aposento, entre outros brinquedos, estava o mais lindo cavalo de madeira que Toninho jamais vira! Cheio de espanto, aproximou-se dele acariciando-o ternamente, temendo vê-lo desaparecer. Faziam o trajeto a pé, como era costume naquela época entre as pessoas sem recursos. Enquanto caminhavam, eles iam conversando. E os dois seguidores do Mestre responderam: Entretanto, depois de tudo isto, este é o terceiro dia que estas coisas sucederam.

E, começando por Moisés e depois por todos os profetas, ele lhes explicava o que tinham dito dele as Escrituras. Quando estavam perto da aldeia para onde iam, ele deu mostras de que ia mais longe.

Os dois amigos, porém, o convenceram a parar, dizendo: É perigoso andar por estas estradas à noite. Nesse momento, sentados diante dele, à luz de uma tocha, puderam vê-lo melhor. Seus olhos se abriram e eles o reconheceram. Seus corações batiam descompassados, e uma grande alegria inundava-lhes o íntimo.

AULAS PARA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

Mal podiam acreditar em tamanha felicidade! Todavia, foi um momento só. Logo em seguida, o Just click for source desapareceu diante deles, aula de evangelizacao espirita.

Levantaram-se no mesmo instante e voltaram para Jerusalém. Um grande bem-estar aula dominava. Sentiam-se agora confiantes e seguros como jamais estiveram.

O Mestre estava vivo! Gabriel evangelizacao apaixonado por pipas, aula. Era com imensa alegria que aula levava a pipa para o campo e corria, soltando a linha, até vê-la subir no ar, cada vez mais alto. Margarida, uma amiga de Gabriel, sempre pedia: E a menina, inconformada, reclamava: E ler meus livros!

A menina afastou-se dele e foi embora, muito brava e revoltada. Após as aulas, espirita perto da casa de Gabriel, Margarida viu que ele estava se divertindo num balanço, junto de outra evangelizacao. Ela se aproximou e, sem que ele percebesse, pegou a pipa e saiu correndo, evangelizacao espirita.

Chegando em casa, foi logo empinar a pipa. Margarida, assustada, recolheu os restos e correu a escondê-los em seu quarto. Você viu quem foi? Ela entrou em sua casa e deixou-o na rua, sozinho. Na hora de dormir perguntou a ela: Quer contar o que aconteceu? Só quis ter o gostinho de brincar um pouco com ela! Porém espirita cometeu espirita gesto feio: E depois, acabou estragando-o. Consulte sua cabecinha, pense bem. Durma bem, minha espirita. No dia seguinte, tinha decidido o que fazer.

Muitas vezes tinha visto Gabriel trabalhar e sabia como fazê-lo. Mais tarde, enchendo-se de coragem, procurou o amigo e contou-lhe o que tinha acontecido, terminando por dizer: O menino ficou comovido ao ver sua pipa nova. Depois, ele abraçou Margarida com carinho: Por isso, também tenho que lhe pedir desculpas. De hoje em diante, tudo vai evangelizacao diferente. Gabriel virou-se para Margarida e sugeriu com um sorriso: No sítio moravam muitos outros animais: Porém o Coelhinho Barnabé queria muito mais.

Certo dia chegou uma ratazana contando maravilhas da cidade de onde viera. Dona Ratazana falava do grande movimento de carros nas ruas, da comida que era encontrada em qualquer lugar e ninguém passava fome.

Começou a achar muito sem graça a vida no campo, sem movimento, sem pessoas. E a partir desse dia, passou a sonhar em ir para a cidade. Sempre lhe diziam que o melhor lugar para se ficar é a casa onde mora a família, isto é, o Lar. Sairia durante a noite, quando seus pais estivessem dormindo.

Assim resolveu, assim fez. No dia seguinte economizou algumas cenouras, umas folhas de alface, e, colocando tudo numa mochila, preparou-se para fugir. Quando a noite chegou, fingiu que estava dormindo, e esperou que tudo se aquietasse. Fez um longo trajeto, seguindo o rumo que dona Ratazana havia indicado. Mas nada de chegar à cidade. Resolveu parar para descansar e alimentar-se. De repente, acordou assustado.

Tinha ouvido uns ruídos estranhos e ficou com medo. Tremia da cabeça aos pés. Com saudade de casa, soluçou até pegar no sono de novo. Acelerou os pulos e logo estava andando nas ruas da cidade.

Barnabé, que estava um pouco assustado com o barulho, e andava se escondendo, ficou mais corajoso e confiante, saindo para observar. Barnabé viu isso e muito mais. E ficou cada vez mais triste. Sentia saudade do sítio, de sua casa, de seus pais, de seus amigos. Todos eram bem tratados. Quando se aproximou, os animais o viram e vieram correndo ao seu encontro. Seus pais, de braços abertos, o acolheram com amor. Cometi um erro, mas espero que o senhor me perdoe. E contou que ficou iludido com as narrativas de dona Ratazana, e quis conhecer a cidade.

Dona Ratazana, que ouvia a conversa, baixou a cabeça, envergonhada. O melhor lugar para morar é o nosso Lar. Aquele dia, os animais fizeram uma grande festa no terreiro para comemorar a volta do coelhinho Barnabé.

A vida, que até aquela data fora tranquila, sem que nada lhes faltasse, tornou-se difícil. Os recursos que o pai deixara minguavam dia a dia e, em poucos meses, acabaram por completo. Acostumado a ter o que desejava, sem se privar de nada, começou a reclamar de tudo: Invariavelmente ela respondia, dando uma desculpa: Precisa alimentar-se melhor para poder recuperar as forças. Maneco, perplexo, compreendeu enfim. Dava o melhor de si para o filho, nada reservando para ela mesma.

Mas, nunca senti falta de nada! Como é que a senhora conseguia comprar tudo que me oferecia? Geraldinho andava sem destino pelas ruas, chutando pedras. Imediatamente o menino revirou os bolsos da bermuda a ver se encontrava alguma moeda. Só algumas figurinhas, um pedregulho bem polido e um estilingue. Pensou um pouco e descobriu: Antes, porém, preciso que você me ajude varrendo o quintal. Geraldinho foi até a mercearia da esquina, onde o seu José era muito seu amigo.

Darei a moeda se você me fizer um favor. Poderia fazê-las para mim? O menino, muito desapontado, foi saindo de fininho: Como ela estivesse ali fora varrendo a calçada, o menino atreveu-se a pedir-lhe uma moeda emprestada.

Decepcionado, o garoto respondeu: Geraldinho era assim mesmo. Aflito, o menino via o tempo passar sem conseguir recursos para ir ao circo. À noite, aproximou-se do local onde o circo estava montado. Sentou-se no meio-fio a observar o movimento de pessoas e carros que iam e vinham.

Penalizado, o garoto levantou-se imediatamente e a socorreu. Ficarei dolorida por alguns dias, mas é só.

Refeita do susto, a senhora pediu a Geraldinho que a ajudasse a atravessar a rua. Percebendo que a sacola estava muito pesada, ele se prontificou: Com certeza você tem alguma coisa para fazer Pensando no circo, o menino suspirou, afirmando: A velhinha abriu a bolsa e, pegando uma linda moeda, entregou-a ao garoto: Olhe, isto é para você. Compre o que quiser.

E venha visitar-me qualquer dia desses! Era exatamente o que precisava para espirita o ingresso do circo. Quando menos esperava, recebeu o que tanto queria. Geraldinho espirita que, como ajudara a velhinha, também fora ajudado. Compreendeu também que, se desejamos alguma evangelizacao, temos que nos esforçar para obtê-la. Que, na medida em que damos, recebemos em troca. Convidado pelos colegas para assistir a um filme, logo se mostrava impaciente, reclamando: Ao ser chamado para jogar bola, em pouco tempo estava cansado da brincadeira: Vamos brincar de outra coisa?

A escultura homenageava um pioneiro da cidade, reproduzindo sua figura em tamanho natural. Representa o esforço conjugado da natureza e do homem, pois alguém cuidou dela para que se desenvolvesse. O garoto teve uma ideia e disse, animado: Quero vê-la crescer logo! Tudo que formos fazer demanda esforço, tempo evangelizacao boa vontade. Nem a tarefa da escola se revolve sozinha.

A natureza precisa de tempo para realizar seu espirita, e nós também. Todos os dias, logo ao aula, Olavo ia ver o local onde evangelizacao plantado sua semente, aula. Um dia, deu pulos de alegria: Ao voltar, aula de evangelizacao espirita, encantou-se com o que viu.

Espirita, porque consegui terminar a faculdade, e você, porque nos alegra com suas flores e sua sombra. Aprendi muito com você, querida amiga.

Aproximou-se e, abraçando o belo tronco, encheu-o de beijos. Espirita era uma menina muito malcriada. Rasgava todos os livros e revistas que possuía, quebrava os brinquedos caros que sempre concurso publico pedagogia servidor de presente dos pais e brigava sempre com os poucos amiguinhos que ainda tinha.

Seus pais, carinhosos e pacientes, diziam-lhe com brandura: Desesperada, elevava os olhos em prece, suplicando a Deus que a ajudasse, mostrando-lhe como agir, inspirando-lhe qual atitude tomar. Certo dia, Aninha tinha sido excessivamente malcriada. Naquela noite, Aninha dormiu.

Sonhou que se encontrava em sua própria casa. Viu seu corpo adormecido, sem saber explicar o que estava acontecendo.

Logo, porém, viu entrar no quarto uns seres estranhos que queriam brigar com ela. Olhando-os bem, começou a reconhecer aquelas figuras. Eram personagens dos livros e revistas que rasgara.

Estavam zangados porque haviam perdido a sua casa. Todos estragados, faltando peças, a boneca com a perna quebrada, o carrinho sem rodas, o cachorrinho sem orelhas Enfim, todos em pedaços!

Apavorada, viu seus amiguinhos que apreciavam a cena pela janela. Gritou por socorro, suplicou por ajuda, mas eles riam dos seus apuros.

Nesse instante sentiu que caía num buraco muito fundo e acordou em sua cama. Tive um terrível pesadelo. Prometo ser diferente de hoje em diante. E realmente, a partir desse dia, para surpresa geral, Aninha tornou-se uma menina dócil, boazinha e obediente. Passou a cuidar dos seus livros, revistas e brinquedos com carinho, e nunca mais brigou com seus amiguinhos nem desrespeitou qualquer pessoa. Num jardim muito bonito e florido, vivia uma lagarta que se chamava Filomena.

Ela gostava de passear pelas plantas e se alimentar de folhas verdinhas. Certo dia, durante um passeio, encontrou uma formiguinha com a perna machucada. Condoída, fez um curativo na perna da formiguinha e ajudou-a a retornar para sua casa, o formigueiro. Tininha, a formiga, ficou muito agradecida. Alguns dias depois, Filomena saiu para dar umas voltas.

Começou a sentir-se doente e fraca, incapaz de andar. Só tinha areia e pedras, e ninguém aparecia para socorrê-la. As horas foram passando e ela foi ficando cada vez mais preocupada. Resolveu gritar por socorro. Tininha estava por perto e escutou gemidos: A pobre lagarta, reconhecendo a formiguinha que ajudara, falou-lhe comovida: Foi Deus quem a mandou!

Depois, as formigas curaram seus ferimentos. E, desse dia em diante, tornaram-se grandes amigas. Assim também acontece em nossas vidas. Por isso Jesus, sabiamente, ensinou que devemos fazer aos outros o que queremos que os outros nos façam. Guilherme era um menino que tinha aproveitado muito bem suas lições na escola e passara de ano com louvor. Ao chegar, logo à entrada da cidade, viram um circo armado, cheio de luzes coloridas, jaulas com belos animais selvagens, elegantes cavalos e macacos engraçados.

De repente, olhou um dos palhaços que faziam piruetas e davam cambalhotas no picadeiro. Apesar do riso aberto, seus olhos eram tristes. O aspecto agora era bem diferente. Fora, algumas pessoas faziam a limpeza do local enquanto outras lavavam e tratavam dos animais. O garoto perguntou onde poderia encontrar o palhaço triste e informaram que ele estava no picadeiro.

Entrando na enorme lona do circo, agora vazio, Guilherme pareceu ouvir ainda os aplausos e gritos da plateia.

O palhaço ergueu a cabeça ao ouvir a voz desconhecida. O que o traz aqui, garoto?

Com certeza vai se decepcionar. Sou apenas um homem como qualquer outro, evangelizacao. Guilherme sentou-se junto dele e disse: A verdade é que estou com problemas muito graves. Contente por espirita ajudar, Guilherme sorriu e lhe assegurou: O garoto saiu correndo e, pouco depois voltou acompanhado do pai. O palhaço acompanhou-os até onde estava a filha doente e eles ficaram impressionados com a miséria do local. O carro em que viajavam e que lhes servia de moradia, era muito pobre e sem conforto.

O médico examinou a criança e afirmou ao pai que ela, além de pneumonia, estava também desnutrida, precisando se alimentar melhor. O médico conduziu a menina para o hospital, onde logo ela estava sendo medicada. Em seguida, ele levou uma cesta contendo gêneros alimentícios que dariam para muitos dias, entregando também ao palhaço um envelope com uma boa importância em dinheiro. Surpreso, o pobre homem disse: Quero apenas que faça as crianças sorrirem. Levantariam acampamento no dia seguinte.

Guilherme e sua família estavam na primeira fila. Graças a você, posso sorrir novamente. Check this out médico, bem-humorado, afirmou: O pai olhou para o menino com carinho: Espirita, abraçando o filho com ternura, completou: Certa vez, uma raposa de lindo rabo peludo e de elegante nariz pontudo, aproveitando a noite que tinha chegado de mansinho, entrou em um galinheiro.

As aves corriam assustadas, trombando umas nas outras e cacarejando de medo. Até que percebeu uma galinha que continuava no mesmo lugar.

Parou a brincadeira e aproximou-se, curiosa. A galinha, com as asas abertas, arrepiada, protegia seu ninho onde sete espirita, mal acabados de sair da casca do ovo, pipilavam.

Eles nada lhe fizeram! Certo dia percebeu, nas imediações da sua toca, um cachorro adestrado na caça às raposas, e procurou proteger seus filhotinhos da melhor maneira possível, aula. Tremendo de medo espirita gaguejou: Surpreso, evangelizacao cachorro parou e respondeu: Criando coragem, espirita raposa continuou: E se isso estivesse acontecendo com sua família?

Num impulso, aproximou-se e puxou conversa com as crianças. Penalizado, Fernando desejou ajudar. Tinha muitos amigos, e, se ele sozinho quase nada podia fazer, em conjunto eles poderiam fazer muito.

Reuniu os amigos e expôs seu plano. Se cada espirita contribuísse com um pouco, ajudariam aquela família substancialmente. Espirita aprovaram a idéia de Fernando. E assim foi feito. Aos poucos, como eles previam, a assistência estendeu-se a outras famílias igualmente necessitadas e que residiam ali por perto.

Todos estavam felizes e otimistas. Você é o menino mais rico da escola! Como Fernando continuasse a insistir a contragosto o garoto tirou uma pequena moeda do bolso e entregou-a dizendo: Porém, espirita a moeda, agradeceu e afastou-se, indignado.

Ele é muito rico! Por isso, meu filho, essa moeda que você despreza tanto é a oportunidade do seu amigo de doar alguma coisa, aula de evangelizacao espirita, espirita que, para ele, representa muito. O egoísmo é uma doença da qual nos libertamos muito lentamente. Gabriel estava muito contente.

Tinham tido um belo Natal espirita família e o Ano Novo começava bem. Seu pai tinha resolvido que iriam passar alguns dias na praia e era preciso correr com os preparativos.

Tanta coisa para arrumar! Tanta coisa para levar! Roupas, calçados, aula, guarda-sol, cadeiras. Na véspera do dia combinado todos se deitaram cedo. Sairiam antes de o sol raiar. Gabriel nem conseguiu dormir. Viajaram muitas horas sem problemas. O pai prometeu que parariam para almoçar no primeiro restaurante que encontrassem. Nisso, viram um carro estacionado à beira da estrada.

Pareciam estar com problemas e Jorge, o pai de Gabriel, resolveu parar e ver se eles precisavam de ajuda. Estamos cansados e com fome.

Além disso, nem conhecemos essa gente! Jorge virou-se para o filho e afirmou, sério: E se fôssemos nós que estivéssemos em dificuldade numa estrada deserta?

Jorge desceu, enquanto a família ficou no carro aguardando. O outro veículo estava com defeito e Jorge, que entendia de mecânica, dispôs-se a examinar.

Descobriram, por coincidência, que iriam para a mesma cidade do litoral. Tenho certeza de que faria o mesmo por mim. Reiniciaram a viagem e algumas horas depois chegaram ao destino. Ver o mar é sempre uma alegria e eles estavam muito animados.

Era muito pequeno e estava exausto. Desesperado, sem saber para onde ir, pôs-se a chorar gritando: Mas ninguém atendia aos seus chamados. Gabriel estava cansado de gritar quando ouviu uma voz conhecida dizer: Olhando-o atentamente, o homem perguntou: Vamos procurar seus pais. Logo em seguida apareceram os familiares do menino. Nem sei como lhe agradecer! E isso foi graças a você, papai! É dando que recebemos. Dizia o bolo, todo orgulhoso: Uma rosquinha retrucava do seu canto: E a torta, torcendo o nariz, respondia, irônica: O bolo, fitando-o com ar arrogante, perguntou: Sentia-se diminuído diante dos companheiros, e sem valor nenhum.

Nisso, ouvem um barulho na cozinha. Também nós, na vida, por mais insignificantes que nos sintamos, temos o nosso valor e uma tarefa a cumprir. Todos nós temos valor.

Caminhando pela rua, Celso ia desanimado. Chutou uma lata e pensou: Nada de trabalho, nada de atividades. Agora, Celso dormia até o meio-dia, acordando somente à hora do almoço. Depois, ficava o resto do dia sem fazer nada. No começo achava essa vida ótima, depois, sem saber por que, começou a sentir-se irritado e descontente, reclamando de tudo.

Os colegas insistiam para que fosse com eles jogar futebol ou ir à piscina, mas o menino recusava dizendo: Passo horas acordado, sem sono. E, o pior, é que vivo cansado! Sentou-se ao lado de Celso num banco ali perto e continuou: Essas energias têm que ser bem utilizadas por nós. Por isso sentimos necessidade de trabalho, de movimento, de atividades.

Existem outros tipos de atividades que nos distraem, alegram e animam. Naquela tarde, acompanhou os amigos ao clube para uma partida de futebol.

Voltou para casa com outro aspecto. Viu tanta necessidade e sofrimento, que se comoveu. Estava com outro aspecto e tinha um brilho diferente no olhar. Sentou-se e comeu sem reclamar. Com as atividades do dia, sentia-se cansado mas satisfeito. Naquela noite dormiu logo e teve sono tranqüilo. No dia seguinte acordou cedo, bem disposto e animado, afirmando: Caminhando pela rua, sem pressa, Roberta, de oito anos, encaminhou-se para o parquinho próximo de sua casa.

Sentou-se no balanço preferido e ali ficou quieta, pensando na vida. O ano tinha sido bom. A festa de Natal tinha sido muito boa, com comida à vontade, frutas, doces, chocolates e balas.

No entanto, apesar de estar tudo bem, algo a incomodava. O ano estava para terminar e isso lhe dava certa tristeza. Como o ano novo chegaria dentro de alguns dias, Roberta pensou que gostaria de mudar sua vida para que ela fosse melhor ainda.

Mas mudar o quê? Ao pensar na escola, imediatamente a imagem de Tereza surgiu em sua mente. E ela sentia falta da amiga. Ela tinha se emocionado porque o balé era seu sonho! Sempre quis aprender a dançar! Quem sabe a hora tinha chegado? Nesse momento, Roberta viu uma garotinha bem pobre que chegou ao parquinho, tímida, sem saber o que fazer. E vou começar agora. Venha, eu ajudo você! Roberta ficou sabendo que o nome dela era Carolina, tinha 4 anos e morava num bairro bem distante.

Venham comigo até minha casa. Sem dinheiro, nada pude comprar para Carolina no Natal. Nem comida nós temos em casa. Ao se despedir, a mulher estava emocionada. Sentia-se agradecida pela ajuda e pelo acolhimento que tivera naquele lar. Carolina jogou-se nos braços de Roberta e disse: Mais tarde, ela foi até a casa de Tereza. Tocou a campainha e, para sua surpresa, foi a própria colega que abriu a porta.

Ao vê-la, a menina arregalou os olhos, surpresa. Você, aqui em casa? Sinto muito o que aconteceu naquele dia. As duas trocaram um olhar e caíram na risada. Nunca estaremos bem se alguém tiver algo contra nós.

Também resolvi que o ano novo seja diferente, por isso gostaria de lhe pedir: Vou telefonar para a professora e me matricular no curso. No dia 31 de dezembro, sentia-se em paz consigo mesma e com o mundo. Quando soou a meia-noite e os festejos começaram, o céu ficou todo iluminado com a queima de fogos de artifício. A cidade ganhou vida nova, com buzinas de carros soando, gritos de alegria e pessoas que deixavam suas casas para cumprimentar vizinhos, parentes e amigos.

Roberta agora tinha certeza do que queria: Todos os dias devemos nos lembrar de Jesus e procurar estar junto dele! Contudo, Natal é um momento especial porque toda a cristandade comemora nesse dia a vinda do Cristo ao mundo.

Como vocês esperam comemorar o Natal? O entusiasmo foi geral. O assunto era palpitante! Cada criança falou sobre suas expectativas para a festa: As visitas de parentes que viriam de longe, os preparativos e as compras que estavam sendo feitos para o grande momento e, especialmente, os presentes que esperavam ganhar. Depois, considerou, com um sorriso: Os alunos trocaram entre si olhares surpresos e constrangidos. Ninguém havia pensado nisso!

Um aluno quebrou o silêncio, arriscando: Porém, como fazer isso? Um outro garoto, que ouvia pensativo, disse: Alguém se lembra de mais alguma coisa? Dorinha, menina estudiosa e disciplinada, comentou: Você provou que entendeu a mensagem do Mestre.

O amor do nosso Mestre se reflete em toda a natureza. A professora passou o olhar pela sala, onde os alunos se mantinham em silêncio, pensativos, e sugeriu: Depois desse tempo, voltarei para saber o que decidiram. Afinal, depois de muita conversa, resolveram. Retornando, a mestra olhou para a classe e indagou: O líder a turma, levantou-se e informou: Depois de tudo o que foi falado, decidimos que a melhor maneira de festejarmos o Natal, é fazer visitas aos hospitais.

O que a senhora acha? Por certo este ano teremos um Natal diferente! Cada aluno contribuiria com suas tendências, mostrando o que tinha de melhor. Chegou o grande dia.

1 comentarios
  1. Emanuelly:

    Curioso, o homem o acompanhou e, logo depois da curva, com surpresa, viu o estrago que a chuva fizera: Tim tem andado bastante triste, ultimamente